Tamara C.
Não irei me remeter a uma
alusiva história da imprensa, ou mesmo aos seus processos e benefícios para a sociedade.
Mas, na estrutura e na propriedade ideológica que a imprensa tem se
fundamentado nos últimos séculos. É visível perceber que a mídia, por mais que,
não realize a função da imprensa, cita seu nome comumente, não pelo papel de
repensar sobre ela, mas até mesmo de torna-lá publica para seus apreciadores.
Ultimamente, venho me
questionando sobre o que seja a imprensa nos tempos de hoje, como jornalista
estou inserida (ou mesmo devo estar) nesse meio, o qual, muita vezes causa mais
dúvidas sobre sua existência do que certeza.Sei definir com exatidão o que seja
imprensa nos tempos de Gutemberg; criador da imprensa móvel, um processo
gráfico originado no século XV para imprimir jornais, revistas e folhetins.
A historia existe para
esses detalhes de clareza do passado, e é uma das ciências que poucas vezes
falha devido ao arquivamento de relatos e de veracidades que prioriza. Saindo
um pouco da história ‘’passada’’ e se voltando para uma análise não tão antiga
ou distante da nossa realidade, sugiro conceituar o termo imprensa nos dias de
hoje.O que é imprensa, para que serve, e qual sua função perante o papel da
comunicação?
A notoriedade com que a
imprensa vem se consolidando em uma sociedade tecnológica e informativa, não
tem sido das tão boas, ou mesmo fidedignas; A imprensa por ser um órgão
comunicativo e disseminador de informações, tem tornado público histórias
inverídicas fundamentadas em conteúdos irreais e ideológicos.
Ela própria não tem
refletido sobre seus impactos na sociedade, suas publicações, os profissionais
que ela tem colocado em seu meio, o teor de noticia pautado e a relevância que
tem dado para os fatos. Elencando tudo isto, uma coisa me vêm á mente, o que é
fazer imprensa em uma modernidade tão evoluída tecnologicamente?
Assim como, a sociedade
tem mudado desde a existência do homem, e bem como, a história tem se
complementado com essas evoluções; a imprensa não tem mais o valor que se tinha
no século XV, nem mesmo os iguais colaboradores.Mas uma coisa é certa quanto a
ela, neste começo de mês que se comemora o mês da imprensa , é necessário que
todos os órgãos públicos e que toda a sociedade faça ciência da sua existência,
do seu papel e do seu comportamento perante a sociedade e o mundo.
É importantíssimo, que nós
considerados jornalistas, cidadãos exijamos dos meios comunicativos e da nossa
própria mente, um novo repensar sobre as práticas comunicativas e sobre esse
meio midiático que tanto mais nos torna alienados do que nos instiga a pensar
sobre uma imprensa que luta pelos nossos direitos e anseios, por nossas
praticas e almejos.
Viva a imprensa e o seu
papel fundamental que teve de inicio no século XV, mas viva muito mais um nova perspectiva sobre ela, pois as coisas mudam, a sociedade também, e a imprensa
por nós deve mudar!
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